Audiências dominam 1.º dia de trabalho do Provedor de Justiça-Adjunto na Lunda-Sul

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Audiências dominam 1.º dia de trabalho do Provedor de Justiça-Adjunto na Lunda-Sul

O Provedor de Justiça-Adjunto, Aguinaldo Guedes Cristóvão encontra-se desde hoje, 8 de Agosto na Província da Lunda-Sul, onde cumpre uma intensa agenda de trabalho com objectivo de reforçar a parceria com o Governo Provincial, visitar órgãos da Administração da Justiça, Segurança e outras que lidam com o cidadão, bem como desenvolver tarefas fora do município sede.

À chegada, Aguinaldo Guedes Cristóvão manteve um encontro de cortesia com o Governador Provincial, Daniel Félix Neto, com quem partilhou os objectivos da visita, antecedido pela recepção no aeroporto Deolinda Rodrigues pelo Delegado Provincial da Justiça, Isildo Gonçalves.

Daniel Félix Neto manifestou apoio institucional para a instalação do Serviço da Provedoria de Justiça a nível da província, na sequência da solicitação feita pela Provedora de Justiça, Florbela Rocha Araújo, aquando da sua estada em Fevereiro deste ano.

O programa de visita do Provedor de Justiça-Adjunto começou com a constatação ao Comando Provincial da Polícia Nacional e o Serviço de Investigação Criminal (SIC), este último que está preocupado com os roubos e os crimes motivados por crença no feiticismo, segundo o Superintendente-Chefe, Mateus Salomão Neto.

Além dos oito cidadãos detidos, Aguinaldo Guedes Cristóvão ouviu também os efectivos daquela unidade que apresentaram como dificuldade a falta de instrutores para o tratamento dos processos.

De seguida, a delegação rumou para o Departamento de Investigação de Ilícitos Penais, onde o Provedor de Justiça-Adjunto, guiado pelo Comandante e Delegado Municipal do Comando do Saurimo, Carlos Filipe, auscultou seis cidadãos, na cela de transição, e garantiu imprimir celeridade nos processos até à soltura.

Já na penitenciária do Luzia, o Provedor de Justiça-Adjunto concedeu audiência a mais de 60 reclusos, tendo dado nota positiva ao nível de organização e as condições de acolhimento dos reclusos que beneficiam de aulas de alfabetização, centro de formação profissional, padaria e uma unidade hospitalar com sete enfermeiros, apesar de se debater com a falta de água e energia da rede pública.

Sem registo de superlotação e penas expiadas, o estabelecimento tem uma capacidade de instalação de 475 lugares, controla mais de trezentos reclusos entre detidos e condenados.

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