Provedora de Justiça constata Serviços de saúde e educação no Distrito da Ingombota

Provedora de Justiça constata Serviços de saúde e educação no Distrito da Ingombota

Provedora de Justiça constata Serviços de saúde e educação no Distrito da Ingombota

Insuficiência de professores e médicos foram, entre outras, as dificuldades que a Provedora de Justiça, Florbela Rocha Araújo constatou, durante a visita aos Serviços Públicos da Educação e Saúde no distrito Urbano da Ingombota, hoje, sexta-feira, dia 2 de Junho.
Florbela Rocha Araújo, acompanhada do Provedor de Justiça-Adjunto, Aguinaldo Guedes Cristóvão e de uma delegação Sénior da Provedoria de Justiça, foi recebida pela Administradora Municipal de Luanda, Milca Caquesse, que assinalou as boas relações e garantiu a criação de um espaço, para breve, do ponto focal da Provedoria de Justiça no município sede da Província de Luanda, Manuel Damião, Chefe de Departamento dos Segmentos Sociais e Vulneráveis da Provedoria de Justiça.
A delegação, chefiada pela Provedora de Justiça, visitou o Centro de Saúde da Ilha, um dos três existentes no distrito, que tem apenas três médicos dos sete previstos, para atender a demanda geral e os casos mais frequentes, a saber, a Malária, doenças diarreicas e hemorrágicas.
De acordo com a directora, Mónica António, a unidade hospitalar debate-se com a insuficiência de espaço e recursos humanos, falta de ambulância e material especializado de radiologia.
A Provedora de Justiça manifestou-se satisfeita com os outros serviços e compartimentos do centro visitados.
Já no Colégio Público 1227, Florbela Rocha Araújo constatou a insuficiência de professores, estando alguns a leccionar duas disciplinas. A ausência de funcionários administrativos é outro problema colocado pela direcção, por falta de cabimentação financeira, segundo a responsável, Bernardeth Nicolau.
Já na Escola Primária 1233 a Provedora de Justiça interagiu com as crianças e adolescentes, com quem falou sobre o Papel do Provedor de Justiça como Defensor dos Direitos da Criança, tendo abordado a panorâmica geral da instituição.
Estes manifestaram o maior interesse, questionando sobre trabalho forçado e infantil, julgado de menores, concessão de audiências, formulação de queixas ao Provedor de Justiça.
Na sequência, o director provincial do INAC, Alexandre Joaquim, falou dos principais problemas, partilhou os 11 Compromissos da Criança e anunciou as actividades da jornada Junho da Criança.
Recorde-se que esta deslocação está enquadrada na jornada Junho da Criança, no âmbito das visitas do Provedor de Justiça aos municípios de Luanda.
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