Provedora de Justiça pede maior comprometimento dos trabalhadores da provedoria no atendimento ao cidadão

Provedora de Justiça pede maior comprometimento dos trabalhadores da provedoria no atendimento ao cidadão

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A Provedora de Justiça de Angola, Dra. Florbela Rocha Araújo reuniu-se nesta terça feira, no Salão Nobre do Palácio da Justiça, em Assembleia Geral, com os funcionários, agentes administrativos e titulares de cargo de direcção e chefia da Provedoria de Justiça, a que exortou para um maior envolvimento e comprometimento no atendimento ao cidadão que no dia a dia acorrem aos serviços do Provedor de Justiça.

O referido encontro teve como objectivos principais apelar os trabalhadores a necessidade de observarem o Código de Ética e de Conduta e ouvir destes as preocupações e constrangimentos constatados no decurso das suas actividades.

Durante a  sua intervenção, a Provedora de Justiça destacou a necessidade dos funcionários e agentes administrativos realizarem as suas actividades  baseada na observação da Lei Orgânica do Estatuto do Provedor de Justiça, Lei da Provedoria de Justiça, Código de Ética e de Conduta da Provedoria de Justiça e Regime Disciplinar da Função Pública, a fim de infundir uma conduta pautada por princípios, valores e regras alicerçadas no respeito pelos superiores hierárquicos, na justiça, transparência e na ética profissional, como primeiro passo para o estabelecimento da necessária relação funcional, colocando o cidadão como prioridade.

A “Ombudsman” apelou ainda à tomada de medidas disciplinar aos funcionários cuja conduta não dignificam a Nação, nem a Instituição.

Por sua vez, o Provedor de Justiça Adjunto, Dr. Aguinaldo Cristóvão, realçou a necessidade dos colaboradores das distintas áreas munirem-se de conhecimento jurídico-legal para responder com eficácia e eficiência as várias preocupações apresentadas pelos cidadãos que apresentam as suas queixas e reclamações à Instituição Provedor de Justiça.

Por seu turno, os trabalhadores apresentaram as suas propostas e inquietações, que se prendem mormente com o aumento de equipamentos de trabalho, plano de formação e instalações próprias.

Quanto a possibilidade da Provedoria de Justiça vir a trabalhar em instalações próprias, a Provedora de Justiça, adiantou que contactos estão a ser levados a ca  bo junto dos órgãos competentes para se encontrar as melhores vias para o problema.

 

Dentre as prioridades do plano estratégico da Provedoria de Justiça, garantiu que a formação dos técnicos da Provedoria de Justiça, quer no País como no exterior é a grande aposta.

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